Saldo credor que não escoa
ICMS acumulado por exportações, ST ou alíquotas reduzidas trava capital essencial à operação.
Habilitação no e-CredAc para utilizar créditos acumulados de ICMS na liquidação de débitos próprios, transferência a terceiros ou pagamento de fornecedores — desbloqueando capital parado no Fisco.
O e-CredAc é o sistema da Sefaz-SP que permite formalizar, apropriar e utilizar o crédito acumulado de ICMS — aquele saldo credor gerado por exportações, operações com diferimento, alíquotas reduzidas, substituição tributária ou benefícios fiscais. Sem essa habilitação, o crédito permanece preso na conta gráfica, corroído pela inflação e sem qualquer função financeira.
Conduzimos o ciclo completo: levantamento da origem do saldo, montagem da DCA (Demonstrativo do Crédito Acumulado), envio pelo sistema, atendimento de intimações da fiscalização e defesa técnica até a apropriação. Após homologado, o crédito passa a ser usado mensalmente para liquidar débitos próprios, transferir a fornecedores diretos, coligadas ou — em estados com mercado regulado — vender a terceiros.
Trabalhamos com base em Portaria CAT 26/2010 (SP) e regulamentos equivalentes em outros estados, sempre com auditoria preventiva da origem para que o crédito sustente eventual fiscalização. O risco de glosa cai drasticamente quando a documentação é tratada antes do protocolo, não depois.
Transformamos saldo credor histórico em liquidez utilizável já nos primeiros ciclos pós-homologação.
Compensação direta dos débitos próprios mês a mês — menos boleto, mais capital de giro.
Use o crédito como moeda em compras de insumos, energia ou frete, com desconto efetivo.
Auditoria de origem, livros e DCA construídos para sustentar fiscalização posterior.
Acompanhamento integral de intimações, manifestações e eventuais autos durante o pleito.
Empresas exportadoras, com substituição tributária ou benefícios fiscais acumulam saldos credores que crescem mês a mês — sem nunca virar caixa, salvo com habilitação técnica no e-CredAc.
ICMS acumulado por exportações, ST ou alíquotas reduzidas trava capital essencial à operação.
Sefaz exige Livro de Controle do Crédito Acumulado, conciliações e DCA aprovado — qualquer falha derruba o pleito.
Sem monetização ativa, o saldo apenas se acumula — sem gerar caixa nem reduzir débitos correntes.
Levantamento da conta gráfica, identificação da origem do crédito e cálculo do montante habilitável.
Construção do Demonstrativo do Crédito Acumulado conforme o sistema e-CredAc da Sefaz.
Apresentação ao Fisco, atendimento a intimações e defesa técnica até a homologação.
Uso na liquidação, transferência a fornecedores/coligadas ou venda no mercado regulado.
Após DCA aprovado, a transferência ou compensação ocorre em ciclos mensais. O processo completo, da habilitação à primeira monetização, leva entre 6 e 12 meses.
Para coligadas, fornecedores diretos e, em alguns estados, para terceiros via mercado regulado. A VMX estrutura cada transferência com segurança fiscal.
Sim, se o crédito for mal documentado. Por isso conduzimos a auditoria preventiva — toda origem é validada antes do protocolo.
Uma conversa inicial para avaliar o cenário da sua operação, identificar prioridades e entender quais frentes podem gerar mais impacto no caixa do seu negócio.
Preencha os dados ao lado e nossa equipe entrará em contato.