Desconhecimento
A maior parte dos diretores fiscais não conhece o cardápio completo de regimes do seu estado.
Solicitação e manutenção de regimes especiais junto à Sefaz e à RFB para atividades elegíveis — diferimento de ICMS, crédito presumido, suspensão de IPI/PIS/COFINS, tratamento aduaneiro.
Regimes especiais são instrumentos legais individualizados — concedidos pela Sefaz estadual, pela Receita Federal ou pela Receita Aduaneira — que alteram o tratamento tributário padrão de uma operação. Eles podem assumir várias formas: diferimento de ICMS, crédito presumido, redução de base de cálculo, suspensão de IPI/PIS/COFINS na importação, regimes aduaneiros (RECOF, drawback, ex-tarifário), entre outros.
O processo é técnico e político: exige projeto de viabilidade, projeções de faturamento, contrapartidas (geração de emprego, investimento em planta, ICMS médio mensal mínimo), fundamentação legal sólida e, em muitos casos, audiências e ajuste de minuta junto ao órgão concedente. Pleitos genéricos são indeferidos quase por padrão — o pleito vencedor é o bem instruído.
Conduzimos do screening (qual regime cabe na operação) à concessão e à manutenção plurianual — porque, uma vez concedido, o regime traz obrigações acessórias específicas que, se descumpridas, derrubam o benefício. A vigência típica é de cinco anos renováveis, e o impacto na carga total costuma ser estrutural.
Vigência típica de 5 anos, renovável — diferencial estável frente a concorrentes que não pleiteiam.
Diferimento, crédito presumido, suspensão, redução de base — combinados conforme a operação.
Projeto de viabilidade, contrapartidas e fundamentação construídos para passar no primeiro envio.
Acompanhamento de audiências, manifestações e ajustes de minuta até a concessão final.
Compliance permanente das obrigações específicas — o regime concedido permanece ativo.
Diferimento, crédito presumido, alíquota reduzida e suspensões existem para atividades específicas. A burocracia de pleitear, sustentar e renovar afasta a maioria — e quem corre atrás capta vantagem competitiva real.
A maior parte dos diretores fiscais não conhece o cardápio completo de regimes do seu estado.
Pedidos genéricos são indeferidos. Sefaz exige projeto, projeção, contrapartida e fundamentação.
Concedido o regime, há obrigações acessórias específicas — descumprir é perder o benefício.
Identificação dos regimes aplicáveis à operação atual e futura.
Construção do projeto com viabilidade, contrapartidas e fundamentação legal.
Acompanhamento junto à Sefaz, audiências e ajustes de minuta.
Compliance permanente das obrigações específicas do regime concedido.
Não — cada regime tem critérios. Fazemos o screening antes de propor o trabalho.
De 4 a 12 meses, dependendo do estado e da complexidade do pleito.
Uma conversa inicial para avaliar o cenário da sua operação, identificar prioridades e entender quais frentes podem gerar mais impacto no caixa do seu negócio.
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