Impacto desconhecido por linha
Sem simulação detalhada por NCM, UF e canal, é impossível saber quem perde e quem ganha na transição.
Diagnóstico, simulação e plano de adaptação à Reforma Tributária (EC 132/2023) — IBS, CBS, Imposto Seletivo e período de transição até 2033, com lente de impacto financeiro, contratual e operacional.
A Emenda Constitucional 132/2023 institui a maior reforma do sistema tributário brasileiro em décadas: PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS são gradualmente substituídos por CBS (federal), IBS (estadual e municipal) e Imposto Seletivo. A transição vai de 2026 a 2033 e altera profundamente a forma de calcular, creditar, repassar e fiscalizar tributos sobre consumo.
Nossa consultoria atua em três frentes integradas: (1) diagnóstico de impacto — quanto a empresa pagará a mais ou a menos em cada ano da transição, simulado por linha de receita, NCM, UF e canal; (2) revisão contratual e de pricing — cláusulas de repasse, regimes específicos (combustíveis, serviços financeiros, plano de saúde, agro), créditos cruzados e split payment; (3) plano operacional — adequação de ERP, parametrização fiscal, novos layouts de NF-e/NFS-e, treinamento das áreas fiscal, comercial e jurídica.
O entregável é um roadmap ano a ano (2026–2033) com decisões críticas datadas: quando renegociar contratos, quando reprecificar, quando solicitar enquadramento em regime específico, quando aproveitar saldo credor de PIS/COFINS antes da extinção. Quem se prepara captura ganho — quem não, paga a curva de aprendizado.
Quanto a carga sobe ou cai em cada ano da transição, por linha de receita e UF.
Cláusulas de repasse, reajuste e split payment ajustadas antes da virada.
Estratégia para monetizar saldo credor de PIS/COFINS e ICMS antes da extinção.
Parametrização fiscal, layouts NF-e e processos prontos para CBS/IBS sem ruptura.
Cada decisão crítica posicionada no calendário — sem improviso na virada de cada fase.
Quem trata a reforma como problema de 2027 chega tarde. Contratos plurianuais, sistemas, pricing e estrutura societária precisam ser revistos agora — porque o impacto começa em 2026 e cada fase muda regras de crédito, repasse e fiscalização.
Sem simulação detalhada por NCM, UF e canal, é impossível saber quem perde e quem ganha na transição.
Cláusulas de preço escritas para o regime atual viram passivo silencioso quando IBS/CBS entrarem.
Parametrização, layouts e rotinas precisam ser refeitos — quem deixa para 2026 trava o faturamento.
Simulação por linha de receita, NCM, UF e canal em cada ano da transição (2026–2033).
Cláusulas de repasse, reajuste e split payment ajustadas à nova lógica de IBS/CBS.
Parametrização fiscal, layouts de nota e treinamento das áreas envolvidas.
Acompanhamento ano a ano com ajuste fino conforme regulamentações infralegais saem.
O período de transição inicia em 2026 com alíquotas de teste e avança até 2033. Empresas com contratos longos já sentem impacto na precificação atual.
Sim. O Simples permanece, mas o aproveitamento de crédito por clientes muda — empresas do Simples podem perder competitividade B2B se não revisarem o enquadramento.
Sim. As leis complementares e atos infralegais ainda estão sendo editados — fazemos monitoramento contínuo e atualizamos o roadmap a cada mudança relevante.
Uma conversa inicial para avaliar o cenário da sua operação, identificar prioridades e entender quais frentes podem gerar mais impacto no caixa do seu negócio.
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